Santiago em junho não é só uma escala. É um destino completo para quem busca neve sem perder a cidade. Esta é uma rota de quatro dias pensada para o viajante brasileiro que chega num voo direto de São Paulo ou Rio e quer aproveitar tanto a primeira neve da temporada quanto a vida urbana de uma das capitais mais interessantes da América do Sul.
A rota se divide entre dias na montanha e dias na cidade, com hospedagem fixa em Santiago Centro para evitar trocar de hotel no meio da viagem. Cada dia tem horários sugeridos, distâncias reais e o que esperar do clima.
Por que junho é o melhor mês para visitar Santiago
Junho marca o início do inverno chileno. As temperaturas caem, a Cordilheira aparece coberta de neve e os centros de esqui abrem temporada. Ao mesmo tempo, a cidade mantém sua oferta cultural ativa: restaurantes, feiras, museus e shows seguem funcionando normalmente. É o mês em que Santiago oferece dois destinos pelo preço de um — neve nos Andes de manhã, vinho e gastronomia à noite.
Dia 1: chegada e centro histórico
Chegada ao aeroporto, transfer ao hotel no centro. Recomendamos se instalar, descansar e sair a caminhar pelo bairro sem pressa. A Plaza de Armas, o Correo Central e o Mercado Central ficam a poucos minutos a pé. À noite, jantar no próprio bairro — Santiago Centro tem opções que vão do tradicional ao contemporâneo sem precisar pegar táxi.
Se você está hospedado no Hoteles HW, tudo isso fica a 10 minutos a pé. Você volta caminhando, sem complicações.
Dia 2: neve nos Andes
Saída cedo rumo a Farellones ou Valle Nevado. As agências de turismo buscam no hotel e o passeio dura o dia inteiro. Se é sua primeira vez na neve, Farellones é mais acessível. Se quer esquiar, Valle Nevado. Voltar cansado e encontrar uma cama boa no centro vale mais do que qualquer vista panorâmica.
Dica HW: deixe a roupa de neve secando no quarto, tome um banho quente e descanse. Amanhã tem mais.
Dia 3: vinhos e Cajón del Maipo
Dia de vale, não de montanha. O Cajón del Maipo fica a uma hora de Santiago e combina paisagem de rio, vinícolas boutique e almoço ao ar livre. Quem prefere ficar na cidade pode visitar o bairro Lastarria, o Cerro Santa Lucía e fechar com uma degustação em alguma vinoteca do centro.
O importante: voltar com tempo para descansar antes do último dia.
Dia 4: Bellavista, gastronomia e despedida
Último dia. Bellavista de manhã — a casa de Neruda, as ruas com grafite, as lojas de design. Almoço no Patio Bellavista ou no próprio bairro. À tarde, compras de última hora no centro ou simplesmente aproveitar o hotel antes do transfer ao aeroporto.
Onde se hospedar: 3 opções HW segundo seu estilo de viagem
Os três hotéis ficam em Santiago Centro, a 10 minutos dos principais pontos turísticos e com acesso direto ao metrô.
HW Libertad — Para quem quer a experiência completa. Salões de reunião, estacionamento coberto e restaurante próprio. Ideal para viajantes de negócios ou quem quer um hotel com tudo resolvido.
HW Express — Para quem chega, dorme e sai. Funcional, bem localizado e sem complicações. Perfeito para estadias de 1 ou 2 noites.
Apart-Hotel HW — Para estadias mais longas. Cozinha equipada, espaço real e liberdade de fazer no seu ritmo. Quando “hotel” começa a ficar pequeno, o apart resolve.
Reserva direta: por que reservar pelo site do hotel
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